1. Cabana do Sol
Restaurante à beira-mar com cozinha brasileira e frutos do mar; sucesso garantido em ambientes descontraídos e vista para o mar.
📍 Av. Litorânea, 10 – Calhau, São Luís – MA, 65076-170 • +55 98 3227-7761
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Na Ilha do Amor, o jantar a dois acontece dentro de casarões do século XVIII, com paredes de azulejo português e ruas de paralelepípedo que parecem ter parado no tempo.

São Luís é chamada de Ilha do Amor, e normalmente esse tipo de apelido é marketing. Aqui não é. A capital do Maranhão fica numa ilha, tem o maior conjunto de arquitetura colonial portuguesa das Américas e um Centro Histórico tombado pela UNESCO onde os casarões de azulejo ainda estão de pé — alguns restaurados com mesas dentro, outros ainda com a fachada original descascando, o que de alguma forma deixa tudo mais bonito. Um jantar romântico em São Luís não compete com nenhuma outra capital brasileira porque o cenário simplesmente não existe em outro lugar: paredes cobertas de azulejos do século XVIII, teto de madeira, portas coloniais abertas para ruas de pedra iluminadas por lampiões. Nenhum restaurante novo, por mais bem decorado que seja, reproduz o que o tempo já fez aqui.
O Centro Histórico de São Luís é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997, e o motivo é visível em cada quarteirão: os sobrados coloniais cobertos de azulejos portugueses — azuis, brancos, amarelos, verdes — formam o maior acervo desse tipo fora de Portugal. Esses prédios foram construídos nos séculos XVIII e XIX por famílias que importavam os azulejos de Lisboa como isolamento térmico (o azulejo reflete o calor) e como ostentação. Hoje, vários deles abrigam restaurantes, e a experiência de jantar ali é singular: as paredes contam a história, o pé-direito é altíssimo, as janelas coloniais abrem para ruas onde o único barulho é o passo no paralelepípedo. Não é uma experiência fabricada — é a cidade funcionando dentro da própria história. É isso que faz a diferença entre um restaurante bonito e um restaurante que existe dentro de um patrimônio.
O Reviver é o nome dado ao trecho restaurado do Centro Histórico — um conjunto de quarteirões entre a Praia Grande e a Rua Portugal onde os casarões foram recuperados e ganharam restaurantes, bares, galerias e espaços culturais. É ali que o jantar romântico acontece. A Praia Grande (que não é praia — é o largo principal do centro antigo) funciona como ponto de partida: dali se caminha pelas ruas de pedra até o restaurante escolhido, e essa caminhada já faz parte da noite. À noite, o Reviver ganha uma iluminação discreta que destaca as fachadas de azulejo e cria sombras nas ruas estreitas — é o tipo de cenário em que cada esquina parece uma cena de filme. Fora do Reviver, a Rua Portugal merece atenção: é a rua com a maior concentração de azulejos originais, e alguns restaurantes ali mantêm as paredes intactas como parte da decoração. Para quem quer praia, a Ponta d'Areia e o Calhau têm restaurantes à beira-mar com vista para o pôr do sol — mas o cenário colonial do Reviver é insubstituível.
A comida do Maranhão é uma das mais distintas do Brasil — e a maioria dos brasileiros de outros estados nunca experimentou. O prato mais representativo é o arroz de cuxá: arroz misturado com vinagreira (uma erva que só cresce bem no Maranhão), camarão seco, gergelim e farinha seca. É ácido, herbal, e não se parece com nada que exista na cozinha de outro estado. Para um jantar a dois, a peixada maranhense servida na panela de barro é o pedido central — peixe fresco (geralmente pescada ou dourada) cozido com leite de coco, tomate, pimentão e coentro, acompanhado de pirão. A torta de camarão maranhense, uma torta salgada com massa fina e recheio generoso de camarão fresco, funciona como entrada para dividir e já sinaliza que a noite será diferente. O camarão ao leite de coco é a outra opção forte: camarão inteiro no leite de coco com arroz de cuxá ao lado. Para beber, o guaraná Jesus — rosa, doce, exclusivo do Maranhão — aparece até nos restaurantes mais sofisticados como curiosidade local.
Restaurante à beira-mar com cozinha brasileira e frutos do mar; sucesso garantido em ambientes descontraídos e vista para o mar.
📍 Av. Litorânea, 10 – Calhau, São Luís – MA, 65076-170 • +55 98 3227-7761
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Especializado em frutos do mar e carneiro, com ambiente familiar em Calhau.
📍 Rua dos Tucanos, 18 – Parque Atlântico, São Luís – MA, 65066-140 • +55 98 3248-0228
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Buffet à la carte com frutos do mar, lagostas e culinária maranhense em Turu.
📍 Av. São Luís Rei de França, 131 – Turu, São Luís – MA, 65065-470 • +55 98 3248-1641
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Churrascaria com cortes nobres e frutos do mar, ambiente descontraído em Calhau.
📍 Av. Litorânea, 10 – Calhau, São Luís – MA, 65076-270 • +55 98 3248-0700
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Restaurante charmoso no centro histórico com culinária maranhense autêntica e música ao vivo. O arroz do cafofo com frutos do mar é o carro-chefe.
📍 Travessa Marcelino de Almeida, Beco da Faustina – Centro Histórico, São Luís – MA, 65010-380 • +55 98 98706-5089
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O Reviver — o trecho restaurado do Centro Histórico, entre a Praia Grande e a Rua Portugal — concentra os melhores restaurantes para jantar a dois. Os casarões coloniais com azulejos portugueses foram convertidos em restaurantes, bares e espaços culturais, e à noite as ruas de paralelepípedo ficam iluminadas por postes antigos. É um cenário que não existe em nenhuma outra capital brasileira.
A cozinha do Maranhão é uma das mais distintas do Brasil. O arroz de cuxá (erva vinagreira com camarão seco) é exclusivo do estado. A peixada maranhense, servida em panela de barro para dois, é o prato principal mais pedido em jantares especiais. Como entrada, a torta de camarão maranhense — uma torta salgada com recheio de camarão fresco — funciona como aperitivo para dividir.
Não. Segundas-feiras são o pior dia: muitos restaurantes e bares do Reviver fecham, e o Centro Histórico perde o movimento e a iluminação que criam a atmosfera. De quinta a sábado é quando o bairro está mais vivo. Domingos funcionam, mas com horário reduzido em alguns lugares. Sempre confirme por telefone antes de ir na segunda ou no domingo.
São Luís tem estação chuvosa forte de janeiro a junho — chuvas intensas e frequentes, especialmente de março a maio. O período seco vai de julho a dezembro, com noites mais agradáveis para caminhar pelo Centro Histórico. Se for na estação chuvosa, tenha um plano B para o caso de temporal no horário do jantar — as ruas de paralelepípedo ficam escorregadias.
Nos fins de semana (sexta e sábado), sim — os restaurantes do Reviver têm poucos lugares e lotam cedo. Durante a semana, a maioria aceita sem reserva, mas ligar antes garante a melhor mesa. Nos casarões menores, não há muita opção de lugar — cada mesa é praticamente única.
A listagem completa com endereços, horários e faixa de preço está na página de restaurantes de São Luís.
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